Ensaio · justiça ambiental
Racismo ambiental
Um texto sobre como desigualdades raciais, territoriais e econômicas definem quem suporta os danos ambientais e quem participa das decisões.
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01
O território também pode ser um lugar de disputa
O texto apresenta o racismo ambiental como uma forma de materialização do racismo estrutural, exercida pela retirada de direitos de grupos humanos nos territórios que ocupam.
Comunidades podem ser vulnerabilizadas, deslocadas, expulsas ou submetidas a condições insalubres. A violência também aparece na desqualificação de conhecimentos ancestrais e na exclusão dos espaços de decisão.
02
Uma história que continua no presente
A publicação relaciona o racismo ambiental a processos históricos de colonização, escravidão, exploração de territórios e hierarquização de grupos humanos.
No Brasil, o texto chama atenção para a permanência dessas estruturas em grandes empreendimentos, na degradação ambiental e na desigualdade de acesso aos recursos naturais.
03
Injustiça ambiental é desigualdade material
A injustiça ambiental acontece quando populações menos favorecidas carregam uma parcela maior dos danos de um processo econômico, enquanto usufruem menos de seus benefícios.
Conhecer esse mecanismo é parte da luta por participação, dignidade e proteção dos territórios quilombolas, periféricos e tradicionais.
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