Dossiê · território e soberania
Terras raras do Brasil, racismo ambiental e soberania nacional
Um panorama sobre minerais estratégicos, impactos ambientais e os direitos de comunidades negras, indígenas, quilombolas e ribeirinhas nas decisões sobre o território.
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01
Quando riqueza mineral também é uma questão social
As terras raras são apresentadas no material como recursos estratégicos para celulares, veículos elétricos, turbinas eólicas, semicondutores, equipamentos militares e outras tecnologias modernas.
O texto desloca o debate da economia para a vida concreta: comunidades negras, indígenas, quilombolas e ribeirinhas podem sofrer diretamente os impactos da exploração mineral e participar menos das decisões sobre seus territórios.
02
O que o racismo ambiental revela
No dossiê, racismo ambiental é entendido como a distribuição desigual de impactos negativos, que expõe grupos vulnerabilizados a poluição, desmatamento, contaminação da água, enchentes e degradação ambiental.
Entre os exemplos citados estão grandes obras, rompimentos de barragens, uso de agrotóxicos e áreas mineradoras onde comunidades tradicionais enfrentam riscos sem consulta adequada.
- proteção dos direitos ambientais
- consulta a comunidades quilombolas e indígenas
- controle nacional de minerais estratégicos
- desenvolvimento de uma indústria tecnológica brasileira
03
Soberania é decidir o destino da riqueza
O material relaciona a exploração de terras raras à soberania nacional, ao desenvolvimento econômico, à justiça social e à proteção ambiental.
A proposta apresentada defende que os lucros beneficiem a população brasileira e que a exploração aconteça com responsabilidade social e respeito às populações tradicionais.
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