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Dossiê · território e soberania

Terras raras do Brasil, racismo ambiental e soberania nacional

Um panorama sobre minerais estratégicos, impactos ambientais e os direitos de comunidades negras, indígenas, quilombolas e ribeirinhas nas decisões sobre o território.

Dossiê informativo3 páginasMaterial enviado ao acervo
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Capa do material Terras raras do Brasil, racismo ambiental e soberania nacional
Capa renderizada do documento original
17elementos que formam as terras raras
3páginas no material original
Brasilterritório em debate

01

Quando riqueza mineral também é uma questão social

As terras raras são apresentadas no material como recursos estratégicos para celulares, veículos elétricos, turbinas eólicas, semicondutores, equipamentos militares e outras tecnologias modernas.

O texto desloca o debate da economia para a vida concreta: comunidades negras, indígenas, quilombolas e ribeirinhas podem sofrer diretamente os impactos da exploração mineral e participar menos das decisões sobre seus territórios.

02

O que o racismo ambiental revela

No dossiê, racismo ambiental é entendido como a distribuição desigual de impactos negativos, que expõe grupos vulnerabilizados a poluição, desmatamento, contaminação da água, enchentes e degradação ambiental.

Entre os exemplos citados estão grandes obras, rompimentos de barragens, uso de agrotóxicos e áreas mineradoras onde comunidades tradicionais enfrentam riscos sem consulta adequada.

  • proteção dos direitos ambientais
  • consulta a comunidades quilombolas e indígenas
  • controle nacional de minerais estratégicos
  • desenvolvimento de uma indústria tecnológica brasileira

03

Soberania é decidir o destino da riqueza

O material relaciona a exploração de terras raras à soberania nacional, ao desenvolvimento econômico, à justiça social e à proteção ambiental.

A proposta apresentada defende que os lucros beneficiem a população brasileira e que a exploração aconteça com responsabilidade social e respeito às populações tradicionais.